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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Ide, Ensinai a Todas as Nações




Achando-Se a um passo de Seu trono celestial, deu Cristo aos discípulos a comissão. "É-Me dado todo o poder no Céu e na Terra", disse Ele. "Portanto ide, ensinai todas as nações." (Mateus 28:18 e 19). "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura." (Marcos 16:15). Várias vezes foram as palavras repetidas, a fim de que os discípulos lhes apreendessem o significado. Sobre todos os habitantes da Terra, elevados e humildes, ricos e pobres, devia a luz do Céu resplandecer em claros, poderosos raios. 

Os discípulos deviam ser colaboradores de seu Redentor na obra de salvar o mundo. As palavras de Cristo, na encosta da montanha, foram o anúncio de que Seu sacrifício em favor do homem era pleno, completo. As condições para a expiação haviam sido cumpridas; realizara-se a obra para que Ele viera a este mundo. Achava-Se a caminho para o trono de Deus, a fim de ser honrado pelos anjos, os principados e as potestades. Entrara em Sua obra mediadora. Revestido de ilimitada autoridade.

Os judeus foram feitos depositários da sagrada verdade; o farisaísmo, porém, os tornara os mais exclusivistas, os mais fanáticos de toda a raça humana. Tudo que dizia respeito aos sacerdotes e aos príncipes – seu vestuário, seus costumes, suas cerimônias, e tradições – tudo os tornava inaptos para ser a luz do mundo. Consideravam-se a si mesmos, a nação judaica, como sendo o mundo. Mas Cristo comissionou Seus discípulos a proclamarem uma fé e um culto que nada encerravam de segregação ou nacionalismo; uma fé que se adaptaria a todos os povos, todas as nações, todas as classes de homens.

Antes de deixar os discípulos, Cristo declarou positivamente a natureza de Seu reino. Trouxe-lhes à memória o que lhes disse anteriormente a respeito do mesmo. Disse-lhes não ser desígnio Seu estabelecer no mundo um reino temporal, mas sim espiritual. Não havia de governar como rei terrestre no trono de Davi. De novo lhes abriu as Escrituras, mostrando que tudo por que Ele passara fora ordenado no Céu, nos conselhos entre Seu Pai e Ele próprio. Tudo fora predito por homens inspirados pelo espírito de Deus. Disse-lhes: Vedes que tudo quanto vos revelei acerca de Minha rejeição como o Messias, veio a cumprir-se. Verificou-se tudo quanto disse a respeito da humilhação que Eu devia suportar e da morte de que devia morrer. Ao terceiro dia, ressuscitei. Examinai mais diligentemente as Escrituras e vereis que, em todas essas coisas, se cumpriram as especificações da profecia a Meu respeito.

Cristo ordenou aos discípulos que fizessem a obra que lhes deixara nas mãos, começando em Jerusalém. Jerusalém fora o cenário de Sua alarmante condescendência para com a raça humana. Lá sofrera Ele, sendo rejeitado e condenado. A terra da Judéia era Seu berço. Ali, revestido da humanidade, andara com os homens, e poucos haviam discernido quão perto o Céu chegara da Terra, quando Jesus Se achava entre eles. Em Jerusalém devia começar a obra dos discípulos.

       Em vista de tudo quanto Cristo ali sofrera e do não apreciado trabalho que realizara, os discípulos poderiam ter pedido um campo mais prometedor; não fizeram, entretanto, essa petição. O próprio terreno em que Ele espalhara a semente da verdade devia ser cultivado pelos discípulos, e a semente brotaria, produzindo abundante colheita. Em sua obra, teriam os discípulos de sofrer perseguição por causa do ciúme e o ódio dos judeus; mas isso fora suportado pelo Mestre, e não deviam dela fugir. As primeiras ofertas de misericórdia, cumpria apresentá-las aos assassinos do Salvador.

E existiam em Jerusalém muitos que tinham crido secretamente em Jesus, e muitos que haviam sido iludidos pelos sacerdotes e os príncipes. Também a estes devia o evangelho ser apresentado. Deviam ser chamados ao arrependimento. Cumpria patentear a admirável verdade de que unicamente por meio de Cristo se poderia obter remissão de pecados. Enquanto toda Jerusalém estava agitada com os emocionantes acontecimentos das últimas semanas, a pregação do evangelho causaria a mais profunda impressão.

Mas a obra não pararia aí. Dever-se-ia estender aos remotos confins da Terra. Cristo dissera aos discípulos: Fostes testemunhas de Minha vida de sacrifício em favor do mundo. Presenciastes Meus labores por Israel. Embora não quisessem vir a Mim para ter vida, se bem que sacerdotes e principais Me tivessem feito o que lhes aprouve, embora Me rejeitassem segundo a predição das Escrituras, terão ainda outra oportunidade de aceitar o Filho de Deus. Vistes que a todos quantos vêm a Mim, confessando os pecados, Eu os aceito livremente. Aquele que vem a Mim, de maneira nenhuma o lançarei fora. Todos quantos quiserem, serão reconciliados com Deus e receberão vida eterna. A vós, Meus discípulos, confio esta mensagem de misericórdia. Seja anunciada primeiro a Israel, e depois a todas as nações, línguas e povos. Proclame-se a judeus e gentios. Todos quantos crerem, serão reunidos em uma igreja.

Mediante o dom do Santo espírito , receberiam os discípulos maravilhoso poder. Seu testemunho seria confirmado por sinais e maravilhas. Seriam operados milagres, não somente pelos apóstolos, mas também pelos que lhes recebessem a mensagem. Disse Jesus: "Em Meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão." (Marcos 16:17 e 18). Naquela época era muitas vezes empregado o envenenamento. Homens sem escrúpulos não hesitavam em afastar, por essa maneira, os que estavam no caminho de suas ambições. Jesus sabia que a vida dos discípulos seria assim posta em perigo. Muitos julgariam estar servindo a Deus ao matar Suas testemunhas. Portanto, prometeu protegê-los contra esses perigos.

Os discípulos deviam ter o mesmo poder que Cristo possuía para curar "todas as enfermidades e moléstias entre o povo". Curando em Seu nome as doenças do corpo, davam testemunho de Seu poder para a cura da alma. (Mateus 4:23). E um novo dom foi então prometido. Deviam pregar entre outras nações, e receberiam poder de falar outras línguas. Os apóstolos e seus cooperadores eram homens iletrados, todavia mediante o derramamento do espírito de Jesus, no dia de Pentecoste, sua linguagem, fosse no próprio idioma ou num estrangeiro, tornou-se pura, simples e correta, tanto nas palavras como na pronúncia.

Assim deu Cristo aos discípulos sua missão. Tomou plenas medidas para a seqüência da obra, assumindo Ele próprio a responsabilidade do êxito da mesma. Enquanto Lhe obedecessem à palavra e trabalhassem em ligação com Ele, não poderiam falhar. Ide a todas as nações, ordenou-lhes. Ide às mais longínquas partes do globo habitado, mas sabei que Minha presença ali Se achará. Trabalhai com fé e confiança, pois nunca virá tempo em que Eu vos abandone.

A comissão do Salvador aos discípulos incluía todos os crentes. Abrange todos os crentes em Cristo até ao fim dos séculos. É um erro fatal supor que a obra de salvar almas depende apenas do pastor ordenado. Todos a quem veio a celestial inspiração, são depositários do evangelho. Todos quantos recebem a vida de Cristo são mandados trabalhar pela salvação de seus semelhantes.Para essa obra foi estabelecida a igreja, e todos quantos tomam sobre si os seus sagrados votos, comprometem-se, assim, a ser coobreiros de Cristo.Quando o Salvador disse: "Ide, ensinai todas as nações", disse também: "Estes sinais seguirão aos que crerem: Em Meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; pegarão nas serpentes; e, se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e os curarão." (Marcos 16:17 e 18).

A promessa é tão vasta como a comissão. Não que todos os dons sejam comunicados a cada crente. O espírito reparte "particularmente a cada um como quer". (I Coríntios 12:11). Mas os dons do espírito são prometidos a todo crente segundo sua necessidade para a obra do Senhor.

É fazendo a obra de Cristo que a igreja tem a promessa de Sua presença. Ide, ensinai a todas as nações, disse Ele; "e eis que Eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos" (Mateus 28:20). Tomar o Seu jugo é uma das primeiras condições para receber-Lhe o poder. A própria vida da igreja depende de sua fidelidade em cumprir a comissão do Senhor. Certo, negligenciar essa obra é convidar a fraqueza e a decadência espiritual. Onde não há ativo trabalho em benefício de outros, o amor diminui e definha a fé.

       O amor divino moveu-se a Suas insondáveis profundidades em favor dos homens, e os anjos maravilham-se de ver nos objetos de tão grande amor uma gratidão meramente superficial. Os anjos pasmam de quão limitada é a apreciação que o homem tem do amor de Deus. O Céu se indigna ante a negligência manifestada para com a alma dos homens. Queremos saber como Cristo o considera? Como sentiria um pai, uma mãe, soubessem eles que, estando seu filho perdido no frio e na neve, fora desdenhado e deixado a perecer pelos que o poderiam haver salvado? Não ficariam terrivelmente ofendidos, furiosamente indignados? Não os acusariam com uma ira tão ardente como suas lágrimas, tão intensa como seu amor? Os sofrimentos de cada homem são os sofrimentos de um filho de Deus, e os que não estendem a mão em socorro de seus semelhantes quase a perecer, provocam-Lhe a justa ira.

Esta é a ira do Cordeiro. Aos que professam ser companheiros de Cristo, e todavia se têm mostrado indiferentes às necessidades dos semelhantes, declarará Ele no grande dia do Juízo: "Não sei de onde vós sois; apartai-vos de Mim, vós todos os que praticais a iniqüidade." (Lucas 13:27).

Na comissão dada aos discípulos, Cristo não somente lhes delineou a obra, mas deu-lhes a mensagem. Ensinai o povo, disse, "a guardar todas as coisas que Eu vos tenho mandado". Os discípulos deviam ensinar o que Cristo ensinara. O que Ele falara, não só em pessoa, mas através de todos os profetas e mestres do Antigo Testamento, aí se inclui. É excluído o ensino humano.

       Não há lugar para a tradição, para as teorias e conclusões dos homens, nem para a legislação da igreja. Nenhuma das leis ordenadas por autoridade eclesiástica se acha incluída na comissão. Nenhuma dessas têm os servos de Cristo de ensinar.

O evangelho tem de ser apresentado, não como uma teoria sem vida, mas como força viva para transformar a vida. Deus deseja que os que recebem Sua graça sejam testemunhas do poder da mesma. Aceita francamente aqueles cuja maneira de proceder mais ofensiva Lhe tem sido; quando se arrependem, comunica-lhes Seu divino espírito, coloca-os nos mais altos postos de confiança e envia-os ao acampamento dos desleais, para Lhe proclamar a ilimitada misericórdia.

Quer que Seus servos dêem testemunho de que, mediante Sua graça, podem os homens possuir caráter semelhante ao de Cristo e regozijar-se na certeza de Seu grande amor. Quer que testifiquemos de que Ele não pode ficar satisfeito, enquanto a raça humana não for reavida e reintegrada em seus santos privilégios de filhos e filhas de Deus.

Os primeiros discípulos saíram pregando a Palavra. Eles revelaram Cristo em sua vida. E o Senhor andava com eles, "confirmando a Palavra com os sinais que se seguiram". (Marcos 16:20). Estes discípulos se prepararam para a obra. Antes do dia de Pentecoste se reuniram e tiraram dentre eles todas as desinteligências. Estavam de um mesmo sentimento. Acreditavam na promessa de Cristo, de que a bênção seria dada, e oravam com fé. Não pediam a bênção apenas para si; estavam preocupados com a responsabilidade quanto à salvação de almas.

O evangelho devia ser levado até aos confins da Terra, e eles reclamavam a doação do poder que Cristo prometera. Foi então que o espírito Santo foi derramado, e milhares se converteram num dia.

       Assim pode ser agora. Em vez das especulações dos homens, seja pregada a Palavra de Deus. Tirem os cristãos do meio deles as dissensões, e entreguem-se a si mesmos a Deus para salvação dos perdidos. Peçam a bênção com fé, e ela há de vir. O derramamento do espírito, nos dias apostólicos, foi a "chuva temporã" (Joel 2:23), e glorioso foi o resultado. Mas a "chuva serôdia" será mais abundante. As inesgotáveis provisões do Céu acham-se à sua disposição. Cristo lhes dá o alento de Seu próprio espírito, a vida de Sua própria vida. O espírito de Jesus desenvolve Suas mais elevadas energias para operarem no coração e na mente.

A graça divina amplia-lhes e multiplica-lhes as faculdades, e toda perfeição da divina natureza lhes acode em auxílio na obra de salvar almas. O Salvador anela manifestar Sua graça e estampar Seu caráter no mundo inteiro. Este é Sua comprada possessão, e deseja tornar as pessoas livres, puras e santas. Embora Satanás trabalhe para impedir esse desígnio, mediante o sangue derramado pelo mundo, há triunfos a serem realizados, triunfos que trarão glória a Deus e ao Cordeiro.

Cristo não Se manifestará enquanto a vitória não for completa, e Ele vir "o trabalho de Sua alma". (Isaías 53:11). Todas as nações da Terra ouvirão o evangelho de Sua graça. Nem todos a receberão; mas "uma semente O servirá; falará do Senhor de geração em geração". (Salmo 22:30).

"E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o Céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo" (Daniel 7:27), e "a Terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar". (Isaías 11:9). "Então temerão o nome do Senhor desde o poente, e a Sua glória desde o nascente do Sol." (Isaías 59:19). "Quão suaves são sobre os montes os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, que diz a Sião: O teu Deus reina!... exultai juntamente, desertos… porque o Senhor consolou o Seu povo… O Senhor desnudou o Seu santo braço perante os olhos de todas as nações; e todos os confins da Terra verão a salvação do nosso Deus." (Isaías 52:7 a 10) Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, pág. 818.

NOTA: Impedido pela humanidade, Cristo não poderia estar em todos os lugares pessoalmente, então foi para vantagem deles (os discípulos) que Ele deveria deixá-los, ir para o Pai, e enviar o Espírito Santo para ser o Seu sucessor na terra. O Espírito Santo é Ele mesmo, despido da personalidade da humanidade e independente dela. Ele representaria a Si mesmo como estando presente em todos os lugares pelo Seu Espírito, como o Onipresente. “Mas o Consolador, O Espírito Santo, a quem o Pai enviará, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito” [ João 14:26]. “Mas eu vos digo a verdade; convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei” [João 16:7]. Manuscript Releases Volume Fourteen, page 23 and 24.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

PROFECIA QUE SE CUMPRE!

O Papa Bento XVI lê nesta segunda-feira (11) o anúncio de sua renúncia, durante reunião de cardeais no Vaticano. A imagem foi divulgada pelo jornal ' L'Osservatore Romano', do Vaticano (Foto: AP)


Muitos não acreditam em profecias, nem que Deus usa pessoas para transmitir sua vontade novamente.
Mas vejam este link que eu escrevi o que o Senhor me mostrou em visão, vejam a parte da visita do Papa ao Brasil e vejam a data que foi escrita, agora tirem suas conclusões se Deus tem ou não tem profeta hoje ainda.
http://andersonlimaprofetadodeusunico.blogspot.com.br/2012/11/profecias-e-o-futuro-deste-mundo.html


 O Papa Bento XVI vai renunciar a seu pontificado em 28 de fevereiro.

Bento XVI anunciou a renúncia pessoalmente, falando em latim, durante um encontro de cardeais.
O discurso foi feito entre as 11h30 e 11h40 locais (8h30 e 8h40 do horário brasileiro de verão), segundo o Vaticano. A Rádio Vaticana publicou o áudio.
O Vaticano afirmou que o papado, exercido pelo teólogo alemão desde 2005, vai ficar vago até que o sucessor seja escolhido, o que se espera que ocorra "o mais rápido possível" e até a Páscoa, segundo o porta-voz Federico Lombardi.

O Vaticano
 negou que uma doença tenha sido o motívo da renúncia.Em comunicado, Bento XVI, que tem 85 anos, afirmou que vai deixar a liderança da Igreja Católica Apostólica Romana devido à idade avançada, por "não ter mais forças" para exercer as obrigações do cargo.
O pontífice afirmou que está "totalmente consciente" da gravidade de seu gesto.
"Por essa razão, e bem consciente da seriedade desse ato, com total liberdade declaro que renuncio ao ministério como Bispo de Roma, sucessor de São Pedro", disse Joseph Ratzinger, segundo comunicado do Vaticano.
Na véspera, Bento XVI escreveu em sua conta no Twitter: "Devemos confiar no maravilhoso poder da misericórdia de Deus. Somos todos pecadores, mas Sua graça nos transforma e renova".
Sucessor de João Paulo II, Bento XVI havia assumido o papado em 19 de abril de 2005, com 78 anos.
O Vaticano afirmou que a renúncia vai se formalizar às 20h locais de 28 de fevereiro (17h do horário brasileiro de verão).
Até lá, o Papa estará "totalmente encarregado" dos assuntos da igreja e irá cumprir os compromissos já agendados.
O Papa Bento XVI lê nesta segunda-feira (11) o anúncio de sua renúncia, durante reunião de cardeais no Vaticano. A imagem foi divulgada pelo jornal ' L'Osservatore Romano', do Vaticano (Foto: AP)O Papa Bento XVI lê nesta segunda-feira (11) o anúncio de sua renúncia, durante reunião de cardeais no Vaticano. A imagem foi divulgada pelo jornal ' L'Osservatore Romano', do Vaticano (Foto: AP)
O novo Papa será escolhido pelo conclave de cardeais, como de costume.
fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/02/papa-bento-xvi-vai-renunciar-diz-agencia-italiana.html

PREPAREM-SE PARA O QUE VIRÁ!!

O SENHOR LOGO VEM!!!

Irmão Anderson.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Eis que vos envio o profeta Elias, antes que venha o dia grande e terrível do Senhor!



 

Eis que vos envio o profeta Elias, antes que venha o dia
grande e terrível do Senhor.
E converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração
dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra
com maldição.   Mal.4:5-6


          Vemos aqui no livro do profeta Malaquias que o Velho Testamento termina com uma promessa para estes dias: a vinda de um grande profeta, o profeta Elias, que viria antes do “grande e terrível dia do Senhor”. Isto quer dizer: a grande tribulação.
         Vamos observar que este profeta não é João Batista, apesar dele ser conhecido também como Elias, não é ele porque (Malaquias 4:1) não se cumpriu.  “Porque eis que aquele dia vem ardendo como forno; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como palha; e o dia que está para vir os abrasará, diz o Senhor dos exércitos, de sorte que lhes deixará nem raiz nem ramo.” E vemos que os ímpios não foram feitos cinzas debaixo dos pés dos santos conforme diz o v. 6: “E pisareis os ímpios, porque se farão cinzas debaixo das plantas de vossos pés naquele dia que farei, diz o Senhor dos Exércitos.”
            
       João Batista está prometido no capítulo 3:1-3 de Malaquias como o precursor da vinda do Senhor. “Eis que eu envio meu anjo, que preparará o caminho diante de mim; e de repente virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o anjo a quem vós desejais; eis que vem, diz o Senhor dos Exércitos. Mas quem suportará o dia da sua vinda? E quem subsistirá, quando ele aparecer? Porque ele será como fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros.E assentar-se-á, afinando e purificando a prata; e purificará os filhos de Levi, e os afinará como ouro e como prata. Então ao Senhor trarão ofertas em justiça.” (Mal.3:1-3).

          Também ele se encontra no livro de Isaias 40:1-5 como “A voz que clama no deserto: preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda ao nosso Deus.” Assim podemos ver que há dois profetas Elias prometidos. Ambos são precursores da vinda de Cristo. João Batista foi o precursor da primeira vinda e o outro Elias será o precursor da segunda vinda. 

         Vamos procurar entender melhor o sentido duplo do verso 6 do capítulo 4 de Malaquias que diz: “E converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração  dos filhos aos pais.” Aqui estão os dois ministérios: um convertendo o coração dos pais aos filhos. E o outro, dos filhos aos pais. João Batista sozinho não poderia cumprir estes ministérios: porque estaria desfazendo o que tinha feito, que foi converter o coração dos pais (os seguidores da lei) aos filhos (a nova fé, a graça vinda por Cristo) – da lei para a graça.  

         Vejamos esta verdade em Lucas capítulo um, quando o anjo anunciou a Zacarias o nascimento de seu filho João. “E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus. E irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes a prudência dos justos, com o fim de preparar ao Senhor um povo bem disposto.”  (S. Lucas 1: 16-17).

         Veja que as escrituras não dizem que João converteria o coração dos filhos aos pais, mas tão-somente dos pais aos filhos. As escrituras não se contradizem. Converter os corações dos filhos aos pais quer dizer: voltar à fé de nossos pais (Pedro, Paulo, João,  etc.). Isto quer dizer: Voltar  à verdadeira doutrina apostólica, voltar aos seus alicerces colocados pelos apóstolos e os profetas de Cristo. “Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina.” (Efésios 2:20). Por isso Jesus disse: “Em verdade Elias virá primeiro, e restaurará todas as coisas”. (Mateus 17: 11).
       
         A palavra restaurar quer dizer: “trazer de volta ao original.” Observamos que se João Batista fosse o restaurador, ele teria que ter trazido de volta à lei, porque isso era o que havia antes dele. Mas este de quem Jesus fala viria para restaurar, levar de volta a nossa fé (de filhos) à fé de nossos pais (os apóstolos). Logo a seguir Jesus se refere a João Batista: “Mas digo-vos que Elias já veio, e não o conheceram. Mas   fizeram-lhe tudo o que quiseram. Assim farão eles também padecer o filho    do homem. Então entenderam os discípulos que lhes falara de João Batista”. Por este tempo João já tinha sido morto.

         Para que o nosso leitor tenha uma boa compreensão de sentidos duplos, no mesmo versículo ou capitulo da bíblia, porém com aplicações diferentes, vejamos: “Do Egito chamei o meu filho” (Mateus 2:15). Olhando esta referência no Velho Testamento, nos leva ao profeta Oséias 11:1  “Quando Israel era menino Eu o amei, e do Egito chamei a meu filho”. A Bíblia refere-se a Israel como filho e não a Jesus, mas se subentende que também fala de Jesus como filho.

         Vejamos em Lucas 4:18  quando entregaram o livro do profeta Isaías para Jesus ler.  A leitura foi esta: “O espírito do Senhor é sobre mim, pois me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos e dar vista ao cegos; a por em liberdade os oprimidos; e anunciar o ano aceitável do Senhor”. A leitura que Jesus fez foi até uma parte do segundo verso, conforme (Isaias 61:2). A seguir Jesus fechou o livro, entregou-o ao ministro e disse: “hoje têm se cumprido estas escrituras”. Por que Jesus não continuou a leitura? Era porque a próxima passagem nos diz que seria “o dia da vingança do Senhor” e o seu ministério no momento não era para trazer juízo, mas salvação e liberdade, e apregoar o ano aceitável do Senhor.

         Com esta compreensão bíblica podemos prosseguir dizendo que há vários Elias prometidos. Isso não quer dizer que o nome seria Elias, mas o ministério. Exemplo: João Batista. O seu nome não estava no Velho Testamento, mas ele era o profeta  Elias precursor da  primeira vinda de Cristo. “Por que dizem então os escribas que é mister que Elias venha primeiro?” O profeta Elias a que se refere é a qualidade de ministério profético e não o nome da pessoa. Se fosse o nome como poderíamos ter fé? Quantas pessoas teriam o nome de Elias? Em qual deles creríamos? Mesmo se algum deles se destacasse teríamos nossas dúvidas porque existem tantos Elias no mundo. Por isso a Bíblia não fala do nome do homem, mas da qualidade do ministério no homem.


                      Qualidades do Ministério de Elias


         Israel estava em apostasia. A condição espiritual de Israel era igual a do mundo hoje. Ainda que naquela ocasião, como hoje, a religião desfrutava de grande popularidade e prosperidade, pois existiam centenas de líderes religiosos ocupando postos proeminentes e influentes nos negócios da Nação. Esse foi um  tempo de grande prosperidade material e  aparente prosperidade espiritual. Havia muitos profetas que anunciavam prosperidade e bênçãos ao povo. Tudo andava aparentemente bem, Israel podia dizer: “Não tenho necessidade de nada.’’ Mas foi nesse tempo de aparente comodidade espiritual quando Deus enviou Elias que declarou a verdadeira condição do povo e de seus líderes. Elias trouxe uma mensagem diferente do que estavam acostumados a ouvir. Ele denunciou o pecado do rei, de sua mulher e dos líderes religiosos que guiavam o povo. Nenhum deles  admitiu, mas isso não o deteve para entregar a mensagem que havia recebido de Deus. Quando um profeta é enviado por Deus, nada o pode segurar.

         Podemos resumir o ministério de Elias em três aspectos:
Primeiro: Ele denunciou o pecado do povo, do rei e dos dirigentes religiosos.                                                                                             
Segundo: Ele fez o povo retornar a Deus, porque no monte Carmelo a congregação reconheceu o Senhor, e disseram: “Só o Senhor é Deus! Só o Senhor é Deus!”. A prova do fogo foi convincente. E ali se descobriu a falsidade dos religiosos, e Israel foi restaurado em sua fé ao verdadeiro E ÚNICO Deus.
Terceiro: Elias pronunciou juízo contra a imoralidade de Jezabel, que aproveitando de sua posição como esposa do rei, ocupava um lugar que não lhe pertencia, e sua influência estava pervertendo a nação. Jezabel odiou profundamente a Elias e o ameaçou de morte. Sem dúvida a sentença de Deus se cumpriu, e ela foi comida pelos cães como Elias havia predito. Depois de tudo isto, ele foi levado aos céus em um carro de fogo.

         Ali estava um ministério fiel, ousado e poderoso. E Deus se agradou tanto de Elias que prometeu enviar este ministério de Elias mais vezes.

         Na segunda vez este ministério de Elias repousou sobre Eliseu. Como dizem as Escrituras: “O espírito de Elias repousa sobre Eliseu.”(II Reis 2:15). Mas séculos depois quando as condições de Israel eram semelhantes às que existiam no tempo de Elias, com vários grupos religiosos aparentemente prósperos e um rei unido a uma mulher imoral, Deus enviou João Batista com o espírito e virtude de Elias, um homem com o mesmo ministério de Elias, para denunciar o pecado do povo, do rei e dos líderes religiosos.

         João veio do deserto com uma mensagem diferente dos líderes religiosos do seu dia. Seu propósito era tornar o povo à pureza da Palavra de Deus, porquanto os sistemas religiosos a haviam pervertido. Ele preparou o caminho do Senhor Jesus Cristo. E aqueles homens (Pedro, João, Mateus.....) chegaram a ser os pais da igreja, eles ouviram de João e  estavam preparados para receber o chamado de Cristo e entrar no redil dos filhos. Mas o mundo religioso não pôde receber sua mensagem, antes o resistiram  e fizeram com João tudo que quiseram. O que aconteceu ali tem grande semelhança com o tempo presente, no qual encontramos religiões chamadas cristãs, e grande número de pessoas proclamando-se filhos de Deus, todavia, pisam na Palavra de Deus e anulam  o que Deus ensina nela. João poderia levantar-se e dizer-lhes, “E não presumais de vós mesmos dizendo: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que mesmo destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão”. (Mateus 3:9).

         João condenou  a falsidade religiosa e acusou os líderes religiosos daquele tempo, os chamou de “raça de víboras”, que significa filhos da serpente.

         João, como Elias, não teve nenhum temor de levar a mensagem que recebeu de Deus, portanto fustigou a falsidade religiosa e a imoralidade da mulher. Herodias odiou a João com ódio de morte como Jezabel odiou a Elias, mas ele não parou  de denunciar a imoralidade da mulher naquele tempo, representada em Herodias. Isto custou-lhe a cabeça, mas sua única alternativa era fidelidade a Deus e à sua palavra. Assim que João, em condições semelhantes às que imperavam no tempo de Elias, desenvolveu seu ministério nos mesmos passos do profeta Elias.

         Quando Deus envia um profeta é porque o povo anda espiritualmente mal, e sua mensagem vem como machado posto à raiz das árvores; “Aquele que não der fruto é cortado e lançado ao fogo”. Agora o fruto tem que ser conforme a palavra de Deus. E a Palavra de Deus sempre tem vindo pelos profetas. A condição espiritual de hoje é semelhante a que reinou no tempo de João e de Elias, pois no tempo presente encontramos um cristianismo pervertido, dividido em centenas de nomes denominacionais, e cada um dizendo estar na verdade. Um sistema religioso com aparência da verdade, mas negando a eficácia dela. Portanto, tinha que aparecer nesta era um profeta com espírito e virtude de Elias, com um ministério semelhante para denunciar o pecado e declarar a verdadeira condição da igreja, censurar a imoralidade da mulher e levar os filhos de Deus à pureza da Palavra. Este profeta estava prometido na Escritura para esta era, como já temos visto em Mateus 17:11 e Malaquias 4:5-6.

         João Batista preparou os pais para que Jesus pudesse dar boas vindas aos filhos ao entrar no redil. De modo que aqueles homens que chegaram a ser os pais da igreja primitiva foram preparados pela mensagem de João Batista para receber a Cristo e serem os filhos naquela hora. Nem todos receberam a mensagem de João, mas somente os que estavam prontos para receber. Assim também é com o ministério do Elias para hoje, que veio com uma mensagem para preparar o povo para a volta de Jesus..

         A mensagem do profeta desta era tem convertido o coração dos filhos de Deus à fé dos pais (os apóstolos), porque a mensagem tem restaurado o fundamento apostólico que os homens haviam pervertido com suas interpretações particulares. O profeta que Deus tem enviado para esta era tem pregado a mensagem que Deus lhe ordenou, a Palavra pura de Deus tal como saiu da boca dos profetas e apóstolos. Com isto, tem preparado o povo de Deus, cumprindo a parte mais importante do seu ministério. Porque essa é a missão suprema de um verdadeiro profeta: levar os eleitos à palavra de Deus. Neste ministério os mistérios ocultos têm sido revelados. “Mas nos dias da voz do sétimo anjo, quando tocar a sua trombeta, se cumprirá o segredo de Deus como anunciou aos profetas, seus servos” Apocalipse 10:7
                                            
         Da mesma maneira Paulo, como mensageiro da primeira era, a ele foram revelados mistérios que estavam escondidos até aquele tempo. “O qual noutros séculos não foi manifestado aos filhos dos homens, como agora tem sido revelado pelo seu Espírito aos seus Santos apóstolos e profetas. A saber, que os gentios são co-herdeiros, e de um mesmo corpo, e participantes da promessa em Cristo pelo evangelho.”   Efésios 3:5-6.

         Assim que no tempo de Paulo, Deus revelou mistérios que estavam escondidos até aquele momento. E em cada ocasião Deus tem revelado uma porção de Sua Palavra. Cada era tem tido o cumprimento de alguma parte da Palavra de Deus. Na escritura há mistérios encerrados para serem abertos no tempo do fim. “E tu, Daniel, fecha estas palavras e sela este livro, até ao fim do tempo...” Daniel 12:4. “Mas nos dias da voz do sétimo anjo, quando tocar a      sua trombeta, se cumprirá o segredo de Deus, como anunciou aos profetas, seus servos.” Apocalipse 10:7.

         

         Isto tem sucedido nos dias deste ministério,  contudo muitos têm ignorado. Isto é uma profecia cumprida; os mistérios de Deus têm sido consumados e revelados. E o verdadeiro povo de Deus está desfrutando estes mistérios que Deus tem revelado para esta hora.  “Certamente o Senhor Jeová não fará coisa alguma, sem ter revelado o  seu segredo aos seus servos, os profetas. Amós 3:7
           
         Assim que pelo profeta desta era, os verdadeiros filhos de Deus têm sido convertidos à fé dos apóstolos, e a Palavra de Deus tem sido restaurada à sua pureza original. O profeta mostrou a falsidade das crenças religiosas deste tempo, e a verdadeira condição das igrejas chamadas cristãs. Como descreve o Senhor a condição de Laodiceia. Semelhante a Elias no monte Carmelo, Oo Elias de hoje repreende a muitos líderes religiosos em diferentes lugares e ocasiões, para mostrar ao povo o supérfluo de suas religiões. 

         O fato de denunciar estas coisas traz  ódio e  desprezo ao profeta desta era, por aqueles que não admitem a correção da Palavra de Deus, porque a Palavra de Deus vem pelo profeta.

         Outra vez tem se repetido a história. Antes odiaram a Elias e a João porque denunciaram  e condenaram o pecado em todas suas fases. Hoje também as modernas Jezabéis e Herodias, apoiadas pelos Acabes e os Herodes de hoje, menosprezam a Palavra e odeiam a mensagem e o mensageiro desta era. O orgulho e o pecado da mulher deste século não lhe permitem submeter-se à Palavra, antes preferem, com o respaldo que têm, pisotear a Palavra e seguir seus caminhos pecaminosos. Mas isto não anula a verdade de Deus. “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isto também ceifará. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.” Gálatas 6:7-8.

         
         Deus confirmou o profeta Elias depois de sua partida, e também confirmou a João depois dele ser decapitado, porque eles foram ministros ordenados por Deus. O profeta desta era também foi ordenado e confirmado por Deus, embora muitos poucos o tenham crido e recebido, o que não anula a verdade de Deus, antes contribui, pois esta foi a experiência dos profetas do passado.

         Em uma ocasião, Elias disse: “Senhor, só eu fiquei”. Nunca na história bíblica encontramos a maioria obedecendo ao profeta que Deus envia, pelo contrário, encontramos a maioria perseguindo-o e rejeitando-o. Foi esta a acusação que Estêvão fez aos religiosos de seu dia: “Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido; vós sempre resistis aos Espírito Santo; assim vós sois como vossos pais.
A qual destes profetas não perseguiram vossos pais? Até mataram os que anteriormente anunciaram a vinda do Justo, do qual vós agora fostes traidores e homicidas”. Atos 7:51-52.

         De modo que esta era não podia ser uma exceção, Deus tem enviado o Elias prometido para esta era, conforme Malaquias 4:5, “Eis que vos envio o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor”. O mundo religioso o tem rejeitado, porque a mensagem do profeta não enquadra com as interpretações e costumes pagãos que hoje tem o chamado cristianismo.

         Este ministério de Elias tem manifestado neste tempo quando as denominações estão se unindo no “Concílio Mundial de Igrejas”, em um verdadeiro sindicalismo religioso e com apoio do Estado. E  logo, aqueles que não estiverem de acordo, a exemplo de Elias e João que não apoiaram aquelas uniões ilícitas e foram perseguidos, assim será em nossos dias.

         O profeta Elias desta era tem vindo e tem sido confirmado pela COLUNA DE FOGO, e com uma mensagem conforme a toda a Palavra de Deus, para converter os corações dos filhos à fé dos pais primitivos, a fé dos apóstolos. A pureza da Palavra tinha se perdido por causa das interpretações humanas, e pelos costumes pagãos que tomaram seu lugar, mas Deus prometeu que restauraria todas as coisas no tempo do fim. Por isto disse Jesus em Mateus 17:11: “E Jesus, respondendo, disse-lhes: Em verdade Elias virá primeiro, e restaurará todas as coisas.

IRMÃO ANDERSON.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

PROFECIA QUE O SENHOR ME ENTREGOU!


MENSAGEM PROFÉTICA DO SENHOR CONFERIDA A MIM:

"Assim diz o Senhor:  ao meu servo do Brasil, que ele tome esta viagem com prudência. Que ele não cambaleará entrando em qualquer lugar sem saber que tem se vestido com a armadura completa de Deus"
Pois o Senhor não preparou o caminho diante de seu povo Israel e não é chegada a hora em que ele abrirá os mares, os rios, e Ele não há de sacudir as montanhas? O Senhor Deus de Elias não irá fazer com que o fogo desça e consuma o sacrifício mais uma vez? hoje Ele não...?...com a babilônia e toda a adoração de imagens? O Senhor não irá diante dele para o lugar que ele não conhecia?
ASSIM DIZ O SENHOR: para que seu povo se arme a si mesmo em oração, o Senhor diz: Agora mesmo há um sinal de perigo vindo daquele país. Agora a um levantamento no sul de lá, e o Senhor lhe faz saber que lhe cobrirá com suas penas e debaixo das suas asas hás de confiar. E TU CONHECERÁS MILAGRES DE VIAGENS. TU VERÁS MILAGRES DE LIBERTAÇÃO DAS ARMADILHAS DO INIMIGO QUE CORRE EM LUGARES SECRETOS. Pois guerras começarão e rumores de guerras irão soar e ressoar, porém a palavra de Deus irá passar despercebida como uma espada poderosa cortando em pedaços. Pois a palavra de Deus é poderosa e rápida, e mais afiada do que qualquer outra espada de dois gumes. Mais afiada do que todos os instrumentos guerreiros do inimigo, pois Deus não tem previsto, que Ele mandará Anjos para libertar e não tem feito o mesmo para Israel e também para os pagãos que confiaram Nele? Não foi falado a Cornélio para mandar buscar um chamado Simão Pedro para sua casa e para receber salvação?, a eles? Ora, eles irão divulgar aqueles que recebê-lo-ão e também o Senhor operará lá, e irá operar aqui. ELE DARÁ UMA CONFIRMAÇÃO AO SEU SERVO. Não permitirá que vá e seja destruído. Pois MEUS MISSIONÁRIOS TEM ENTRADO EM ALGUM LUGAR IMPRUDENTEMENTE? Pois tenho prometido ir como o capitão da salvação. Sou homem de guerra, DIZ O SENHOR, irei marchar para a frente com o meu povo e também te deixo saber que...aquela que brilha como a manhã e clara como o sol e bela como a lua, e famosa como uma pajem de armas SÃO O MEU POVO.
Portanto unam-se a si mesmo agora, unam as mãos cada um em seus lugares, enquanto todos permanecem um ao lado do outro, e diga ao MEU SERVO que será um campo aberto, e haverá MAIS SETE NAÇÕES ao redor que receberão esta salvação ATRAVÉS DO RÁDIO e por um poder muito poderoso, e além dos meios do rádio, haverá uma mensagem poderosa de Deus que será escutada. Palavras angelicais, ora palavras do missionário serão transmitidas através das montanhas, e ora por toda parte daquela nação, AONDE O RÁDIO NÃO PODE ALCANÇAR OU EM OUTRAS PALAVRAS NÃO É PERMITIDO; PORÉM AS VOZES DOS ANJOS ESTARÃO LÁ; E ELES CONFORTARÃO, E A VOZ DO MEU POVO E A VOZ DO MEU SERVO, DO MEU GRANDE EXERCITO QUE LÁ IREI MANDAR, E NÃO HAVERÁ UM RÁDIO QUE NÃO POSSA PEGÁ-LO, PORQUE NÃO PERMITIREI QUE ASSIM SEJA.
Porém abrirei os ouvidos na hora da meia noite e ouvirão SERMÕES DO SENHOR NESTA TERRA; e há de vibrar e revibrar a nação inteira E A GLORIA DE DEUS ESTARÁ LÁ, COMO AS ÁGUAS QUE COBREM OS MARES."

AO RECEBER ESTA PROFECIA ME SINTO MAIS FORTE E IMPELIDO A DECLARAR A PALAVRA DO SENHOR A TODOS OS POVOS.

IRMÃO ANDERSON.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Um Profeta nos Tempos de hoje?





Na Bíblia, Deus sempre trouxe Sua mensagem ao povo deste mundo através do profeta da Era. Ele falou à Moisés por meio de uma sarça ardente e deu a ele a comissão de guiar os Hebreus para fora do Egito. A Coluna de Fogo visível e outros sinais foram dados para vindicar seu ministério. João Batista trouxe uma Mensagem preparando o mundo para o Messias vindouro. Enquanto batizava o Senhor Jesus no rio Jordão, uma Voz do Céu confirmou o ministério de João, “Este é meu Filho amado, em quem me comprazo.” Anos depois, a Voz do Senhor foi ouvida novamente falando a um profeta quando Ele falou a Paulo através de uma luz cegante, e mais tarde deu a ele a comissão de colocar as igrejas em ordem. Em todo o Novo e Velho Testamento, Deus nunca falou com Seu povo através de um sistema denominacional. Ele sempre falou através de um homem: Seu profeta. E ele vindicou esses profetas através de sinais sobrenaturais.
Mas e hoje? Deus ainda revela Sua Palavra aos profetas? Ainda há sinais sobrenaturais? Enviaria Deus ao mundo um profeta dos dias modernos? A resposta é um definitivo SIM.

Mas como saberemos quando um profeta se levanta? Com o que ele se parecerá? Como ele agirá? Que sinais ele nos dará? Quais escrituras ele cumprirá?
Os velhos profetas eram valentes homens de Deus e não tinham medo de se posicionarem contra as organizações religiosas de seus dias. Na verdade eles eram quase sempre insultados pelo clero. Elias desafiou as organizações religiosas do seu tempo, questionando se Deus aceitaria as oferendas que faziam. Eles gritavam, profetizavam, pulavam em cima do altar. Eles se cortavam com facas. Mas Deus não os ouvia. Elias olhou para o céu disse: “manifeste-se hoje que Tu és Deus em Israel, e que eu sou Teu servo, e que conforme a Tua Palavra fiz todas estas coisas.” Ele então clamou e fogo desceu do céu para consumir sua oferta. Micaías, o profeta, ficou contra o rei de Israel e todo o sacerdócio quando repreendeu o sumo Sacerdote Zedequias por profetizar uma mentira. O sumo sacerdote bateu em sua face e o rei o prendeu por falar a verdade. Até mesmo o Senhor Jesus foi tão odiado pelo grupo religioso do Seu dia que O crucificaram lado a lado com os piores criminosos.
Mas se houve há profeta neste dia atual, como ele seria aceito pela igrejas em geral?

O Senhor Jesus comissionou todos que creram Nele: “E esses sinais seguirão aos que crerem; em meu nome expulsarão demônios; falarão em línguas estranhas; Se pegarem em serpentes ou tomarem qualquer coisa mortífera, nada lhes fará dano; imporão suas mãos sobre os doentes e estes serão curados.” (Marcos 16:17-18). Esta escritura é verdade hoje? Se não for verdade, então quando as Palavras do Senhor perderam sua validade? Por toda a Bíblia, os profetas eram capazes de curar os doentes, expulsar demônios e operar milagres. Moisés pôs a serpente de latão diante do povo de Israel para que fossem curados da picada de cobras venenosas (Números 21:9). Naamã, um dos homens mais poderosos da Síria, veio até Elias para ser curado de lepra. (II Reis 5:9). Quando aquele jovem faleceu ao cair da janela do andar superior, o profeta Paulo o abraçou e o fez viver novamente (Atos 20:10). Nós temos registros de apenas três anos da vida do nosso Senhor Jesus, mas durante esses poucos anos Ele curou os doentes continuamente. Os cegos viam, leprosos eram curados, surdos recebiam de volta sua audição, aleijados andavam. Toda forma de doença era curada (Mateus 4:23)
Até os mais ocultos segredos do coração eram feitos conhecidos a esses homens de Deus. O Rei Nabucodonozor teve um sonho preocupante, mas não conseguia se lembrar sobre o que era. O profeta Daniel contou ao Rei tanto sobre o sonho quanto sobre a profecia que o acompanhava (Daniel 2:28). Nada foi escondido de Salomão quando a Rainha de Sabá veio diante dele. Ele estava tão cheio do Espírito que contou quais eram as perguntas que ela tinha em seu coração antes mesmo que as fizesse (I Reis 10:3). Eliseu contou ao rei de Israel todos os planos do rei da Síria, até mesmo as suas palavras proferidas em sua cama (II Reis 6:12).
Por meio de Suas próprias ações, o Senhor Jesus mostrou que este Espírito de discernimento é o Espírito de Cristo. Ele discerniu a natureza de Natanael quando disse: “Eis aí um verdadeiro Israelita em quem não há dolo!” E continuou a dizer onde Natanael estava quando Felipe lhe contou sobre o Messias (João 1:49). Quando viu que Jesus conhecia seu coração, Natanael imediatamente O reconheceu como sendo O Cristo. A primeira vez que Jesus viu a Pedro, Ele revelou qual era o nome do seu pai, Jonas (João 1:42). Então Pedro abandonou tudo e seguiu a Jesus pelo resto de sua vida. Jesus conheceu a mulher Samaritana no poço e contou sobre o passado pecaminoso dela. Suas primeiras palavras foram: “Senhor, vejo que és profeta” (João 4:18). Apesar de estas três pessoas serem de diferentes níveis sociais, todos imediatamente reconheceram Jesus quando Ele mostrou ter o dom do discernimento. Agora, esse dom simplesmente desapareceu quando a última página da Bíblia foi escrita? Se esses milagres estão tão claramente escritos na Bíblia, onde estão eles hoje? Um profeta dos dias modernos certamente seria vindicado por milagres.
Deus esqueceu o Seu povo? Ele ainda é capaz de curar o enfermo? Ele ainda fala a nós através de Seus profetas? Algum desses profetas previu os dias de hoje? Existem profecias a serem cumpridas?


A PROMESSA DE UM PROFETA NOS ÚLTIMOS DIAS
O Senhor nos diz no livro de Malaquias, “Eis que vos envio o profeta Elias antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR.”
O grande e terrível dia do Senhor ainda está por vir, então deveríamos sinceramente procurar este profeta. Se a Bíblia é verdade, então este profeta não virá para as organizações religiosas predominantes. Ele virá a um seleto grupo de pessoas, alguns poucos predestinados. Imagine se esse profeta viesse e fosse despercebido. E se ele for como os demais profetas do passado e apenas uma pequena quantia de pessoas o reconhece? Se este profeta deve retornar neste último dia, como saberemos quem ele é? A resposta é claramente vista nas Escrituras. Ele terá a natureza de um profeta. Saberá os segredos do coração. Ele irá operar milagres. As organizações religiosas  tentarão descrer dele. Mas haverá uns poucos escolhidos que O reconhecerão como o mensageiro prometido para este dia.
Como saberemos quando Elias voltar? Quais características ele irá mostrar para que possamos reconhecê-lo?

Elias foi um homem do deserto. Grandes sinais e maravilhas seguiram seu ministério. Ele pregou contra os males dos seus dias. Ele pregou principalmente contra a imoralidade da Rainha Jezabel. Quando Elias foi levado ao Céu em uma carruagem de fogo, seu espírito repousou sobre Eliseu. Seu ministério foi então marcado então por tremendos sinais e maravilhas, e Eliseu também pregou contra os pecados do mundo. Ambos os profetas permaneceram sozinhos contra as organizações religiosas do seu tempo (I Reis 18:21). Centenas de anos mais tarde, o mesmo espírito retornou ao mundo em João Batista. O profeta Malaquias predisse que Elias iria retornar para apresentar o Senhor: Eis que envio o meu mensageiro, e ele preparará o caminho diante de mim… (Malaquias 3:1). João Batista foi verdadeiro em ensinar enquanto clamava por arrependimento entre os filhos de Deus. Como Elias, ele pregou contra o rei e as modernas organizações religiosas. O Senhor Jesus confirmou no livro de Mateus que João Batista foi o profeta de Malaquias 3: “Porque é este de quem está escrito, Eis que diante da tua face envio o meu anjo, que preparará diante de ti o teu caminho” (Mateus 11:10).
Dois mil anos depois de João Batista, é chegada a hora novamente para o espírito de Elias retornar ao mundo.
 
Este dia chegou. Nesta era, vimos o espírito de Elias retornar ao mundo. Ele desafia ao sistema denominacional moderno. Ele se posicionou contra os pecados do mundo. Ele mostra inumeráveis sinais e maravilhas. Ele prega a Bíblia, palavra por palavra, de Gênesis a Apocalipse. E ao ler este artigo, você é responsável por saber que Deus enviou um profeta. O profeta de Malaquias 4 tem estado entre nós, e ele trouxe uma Mensagem vinda diretamente do Trono do Deus Todo Poderoso. 


O senhor tem visitado o Seu povo novamente através de um profeta. No tempo mais sombrio da história, onde a moralidade tem se afundado até as profundezas de forma nunca vista antes e armas de destruição em massa surgem no horizonte, um homem humilde foi enviado da presença de Deus para chamar uma raça em decadência ao arrependimento.


IRMÃO ANDERSON.
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